Conheça as causas, sintomas e os tratamentos mais eficazes para entorse no tornozelo com o Dr. André Peretti, referência em lesões do pé e tornozelo em Maringá.
O que é?
A entorse de tornozelo é uma das lesões ortopédicas mais comuns, principalmente durante atividades esportivas e situações do dia a dia que envolvem corrida, salto ou mudanças rápidas de direção. Em Maringá, é também um dos motivos frequentes de atendimento em pronto-socorro.Na maior parte dos casos, o mecanismo da lesão ocorre quando a pessoa gira o pé para dentro (inversão), podendo provocar estiramento ou ruptura dos ligamentos laterais do tornozelo, especialmente o ligamento fibulotalar anterior e o fibulocalcâneo. Isso costuma gerar dor intensa e inchaço importante logo após a torção.O Dr. André Peretti, ortopedista especialista em pé e tornozelo em Maringá, realiza avaliação completa e indica o tratamento mais adequado para cada grau de lesão.
O que pode causar isso?
Alguns fatores aumentam o risco de sofrer entorses, principalmente em quem pratica esportes ou já teve lesões anteriores. Entre os mais comuns estão a pisada supinada (pé cavo), a instabilidade crônica do tornozelo – geralmente consequência de entorses antigas mal tratadas – e a participação em atividades físicas profissionais ou recreativas com salto, corrida ou mudança brusca de direção.
Quais os principais sintomas?
Os pacientes costumam apresentar dor, inchaço e hipersensibilidade, principalmente na parte externa do tornozelo, embora a região interna também possa ser afetada. É frequente haver dor ao movimentar o pé, dificuldade ou até incapacidade de caminhar e apoiar o peso do corpo. Em muitos casos surgem hematomas (roxos) e a pessoa relata ter ouvido ou sentido um estalido no momento da torção.Se você apresenta esses sinais, é fundamental procurar um ortopedista em Maringá para evitar complicações futuras.
Como confirmar?
O diagnóstico da entorse de tornozelo é feito principalmente pelo exame clínico realizado pelo especialista em pé e tornozelo. Para descartar fraturas na fase inicial, podem ser solicitadas radiografias ou, em situações específicas, tomografia computadorizada. Quando a dor e a limitação persistem por mais de algumas semanas, a ressonância magnética pode ser indicada para investigar possíveis complicações, como lesões de cartilagem ou instabilidade ligamentar.
Qual é o tratamento da entorse de tornozelo?
Na grande maioria dos casos, o tratamento conservador (sem cirurgia) apresenta excelentes resultados, com melhora em cerca de 60 a 80% dos pacientes, independentemente da gravidade inicial. O tratamento é dividido em fases e deve respeitar o tempo biológico de cicatrização ligamentar.
FASE AGUDA (Primeiras semanas)
Na fase inicial, o tratamento geralmente é conservador.Porém, a cirurgia pode ser indicada quando há lesões estruturais graves ou instabilidade evidente.
✔️ Indicações na fase aguda
• Lesão ligamentar grau III com instabilidade mecânica importante
• Lesão combinada (ex: ruptura ligamentar + fratura osteocondral deslocada)
• Lesão sindesmótica instávelAtleta profissional com ruptura completa e instabilidade evidente
• Falha precoce do tratamento conservador com instabilidade grosseira
Importante: Na maioria dos casos isolados de lesão do ATFL (ligamento talofibular anterior) e CFL (ligamento calcaneofibular), a conduta inicial é tratamento funcional bem conduzido.
FASE CRÔNICA (> 3 meses)
É aqui que a cirurgia se torna mais frequente. A principal indicação é:
Instabilidade lateral crônica sintomática. Ou seja, o paciente continua apresentando sintomas mesmo após tratamento adequado.
Critérios clínicos mais comuns:
• Episódios repetidos de “falseio”
• Sensação constante de instabilidade (instabilidade funcional)
• Dor persistente
• Limitação para prática esportiva
• Teste da gaveta anterior positivo
• Tilt talar aumentado
Quando esses critérios estão presentes e impactam a qualidade de vida ou desempenho esportivo, a cirurgia passa a ser considerada.
Lesões associadas que fortalecem indicação cirúrgica:
• Lesão osteocondral do tálus sintomática
• Impacto anterior persistente
• Instabilidade medial associada
• Desalinhamentos do retropé (varo)
• Ruptura completa da sindesmose
Nesses casos, apenas tratar o ligamento lateral pode não ser suficiente — é necessário abordar a causa estrutural.
Principais técnicas cirúrgicas
✔️ Reparo anatômico tipo Broström (padrão-ouro)
Restaura os ligamentos laterais preservando a anatomia original.
✔️ Broström modificado com reforço (técnica de Gould)
Adiciona reforço ao retináculo dos extensores, aumentando estabilidade.
✔️ Reconstrução com enxerto
Indicada em:
• Casos revisionais
• Laxidade importante
• Tecido ligamentar insuficiente
✔️ Fixação sindesmótica
Indicada quando há instabilidade da sindesmose associada.
Ortopedia, Traumatologia Esportiva, Tratamento de Dor Crônica, Especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo.
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